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São Paulo, 21/04/2024

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    Fazenda prevê PIB crescendo 2,2% e inflação de 3,5% em 2024

    A previsão divulgada pela secretaria para este ano é de 3,5%, 0,05 ponto percentual menor do que o número divulgado no último relatório

    Fonte: R7
    Fazenda prevê PIB crescendo 2,2% e inflação de 3,5% em 2024 Freepik

    Segundo o Boletim Macrofiscal divulgado pela SPE (Secretaria de Política Econômica) nesta quinta-feira (21), o Ministério da Fazenda estima que a economia brasileira crescerá 2,2% este ano e a inflação será de 3,5%.


    A projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do país permaneceu inalterada em comparação com o último relatório divulgado. No balanço anterior, publicado em novembro do ano passado, a estimativa de crescimento para 2024 também era de 2,2%. Segundo informações da secretaria, "o crescimento em 2024 deverá apresentar maior equilíbrio, impulsionado pelo avanço de setores cíclicos e pelo aumento da demanda doméstica".


    A publicação traz a estimativa de como deve ser o comportamento no ano do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), indicador que mede a inflação no país. A previsão divulgada pela secretaria para este ano é de 3,5%, 0,05 ponto percentual menor do que o número divulgado no último relatório, que colocava a previsão do IPCA acumulado em 12 meses no patamar de 3,55% em 2024. A secretaria divulgou a expectativa da inflação para 2025, prevista em 3,10%.


    A secretaria informou que um dos motivos para a redução no indicador deste ano foi que "o impacto do El Niño sobre a inflação de alimentos, etanol e nas tarifas de energia elétrica foi menos intenso do que o inicialmente esperado". "Além disso, reajustes já observados para itens monitorados nesse ano foram inferiores à expectativa, com destaque para licenciamento e emplacamento de veículos e tarifas de energia", completou a SPE.


    O boletim traz a expectativa para as atividades da indústria, dos serviços e da agropecuária. Em relação à última publicação, houve revisão do PIB da agropecuária, que caiu de 0,5% nas estimativas de novembro para -1,3% no relatório desta quinta. A queda na projeção se deve à redução dos prognósticos da safra em 2024. O setor de serviços avançou de 2,2% para 2,4%, enquanto a indústria passou de 2,4% para 2,5%.




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