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São Paulo, 18/07/2024

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    Paralisação de trens, metrô e Sabesp confirmada para amanhã

    Quais linhas serão impactadas e quais não terão interrupções?


    Paralisação de trens, metrô e Sabesp confirmada para amanhã Fernando Frazão/Agência Brasil

    Numa grande e agitada metrópole como São Paulo, o sistema metroviário é essencial para auxiliar na circulação da cidade, evitando que o grande número de veículos cause congestionamento. Com a paralisação prevista do metrô para amanhã (03), espera-se que a mobilidade urbana na cidade de São Paulo seja consideravelmente impactada – e, evidentemente, que as vias fiquem congestionadas, resultando em engarrafamentos ainda mais intensos do que o usual.

    A greve é uma reação ao projeto de privatização, o qual envolve as linhas da rede de metrô e trem, além da empresa estatal de saneamento. Os responsáveis pelo movimento são empregados do metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), que organizaram a paralisação conjunta de 24 horas.

     De qualquer forma, foi confirmada a greve de metrô de CPTM de mobilidade na capital metropolitana de São Paulo. 


    Quais linhas serão impactadas e quais não terão interrupções?


    Caso você utilize o metrô ou o trem para ir ao trabalho ou para fazer qualquer deslocamento diário em São Paulo, é importante estar atento para se prevenir no caso de a linha que você utiliza ser uma das que serão paralisadas amanhã.

    As linhas que devem ser afetadas pela greve são as seguintes:

    Linha 1 – Azul (Metrô)
    Linha 2 – Verde (Metrô)
    Linha 3 – Vermelha (Metrô)
    Linha 15 – Prata (Metrô)
    Linha 7 – Rubi (CPTM)
    Linha 10 – Turquesa (CPTM)
    Linha 11 – Coral (CPTM)
    Linha 12 – Safira (CPTM)
    Linha 13 – Jade (CPTM)

    Atualização: A prefeitura de São Paulo comentou que vai ampliar 25 linhas de ônibus, para ajudar a população. 

    O governo de São Paulo afirmou mais cedo nesta segunda-feira (2), que a greve do Metrô, da CPTM e da Sabesp é “ilegal e abusiva”.

    “É absolutamente injustificável que um instrumento constitucional de defesa dos trabalhadores seja sequestrado por sindicatos para ataques políticos e ideológicos à atual gestão”, disse a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) em nota.




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