Clínicas de gêneros distribuem remédios que causam graves efeitos colaterais

Medicamentos levam mais de 6 mil crianças a óbito. Saiba mais

Por Alessandra Benac 01/10/2019 - 08:51 hs
Foto: Pixabay

Segundo dados da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, sigla em inglês) muitas crianças vêm frequentando clínicas de gêneros que distribuem medicamentos que bloqueiam a puberdade e tem efeitos colaterais gravíssimos, que podem até levar a óbito.

A agência do estado americano registrou entre os anos de 2013 a meados de 2019 cerca de 41 mil complicações indesejáveis e explicou que esses tipos de substâncias são utilizadas em tratamentos de câncer de próstata e dor uterina.

Para a FDA, os casos mais graves são os que aplicam dois tipos de bloqueadores,  o acetato de leuprolide e triptorelina (lupron), e que contabilizaram mais de 6 mil mortes das 26 mil ocorrências. Esses tipos de remédios diminuem muito os níveis de testosterona e estrogênio do corpo e, consequentemente, provocam coágulos, o que coloca em risco a vida das pessoas, além de enfraquecer os ossos e estimular dor nas articulações.

Para André Assi Barreto, mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), quando se abre a oportunidade para que uma criança no futuro “escolha” seu gênero, se deixa uma brecha para que surjam muitos conflitos emocionais.

“Existe um caso muito famoso de um garoto que, por conta de um problema na hora do parto, o médico teve que remover as genitálias. Os pais decidiram não contar o que houve e o criaram como menina. Ao longo da vida, esse menino teve muitos conflitos e os pais lhe contaram a verdade. E, depois de receber a notícia, ele entrou em depressão e cometeu suicídio. Então, isso é um exemplo do que pode acontecer em situações em que o gênero é ‘neutro’”, alerta.

No Brasil, a luta contra a ideologia de gênero continua entre aqueles que preservam a família tradicional. O presidente Jair Bolsonaro foi claro em seu discurso de posse, no Congresso Nacional, ao dizer que vai “reeguer a pátria, libertando-a definitivamente (…) da submissão ideológica. Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e nossa tradição judaico-cristã, combater a ideologia de gênero, conservando nossos valores. O Brasil voltará a ser um País livre de amarras ideológicas”, afirmou Bolsonaro.