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São Paulo, 04/03/2024

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    Por rejeitar a adoração a ídolos, família cristã é perseguida de forma violenta

    Membros da família Okoro estão sendo perseguidos há 10 anos. Entenda


    Por rejeitar a adoração a ídolos, família cristã é perseguida de forma violenta Freepik

    Uma família cristã na Nigéria tem enfrentado perseguição há 10 anos, por rejeitar a prática de adoração a ídolos.


    Entenda:

    Membros da família Okoro* (nome alterado por questões de segurança) foram torturados, raptados e ameaçados por não praticarem a religião que perpetua por gerações em comunidade, localizada no sudeste da Nigéria. 


    Em depoimento ao Global Christian Relief, Adaku Okoro disse que tudo teve início em 2013, quando o patriarca da família faleceu, deixando vago o cargo de sacerdote da seita da comunidade. De acordo com essa religião, o filho mais velho deveria assumir a função, mas ele se recusou, afirmando que tais rituais eram “demoníacos e iam contra os princípios cristãos”.


    Os rituais da seita envolviam derramamento de sangue, através de sacrifícios humanos ou animais, e adoração a ídolos. Os praticantes usam florestas, colinas, margens de rios ou praias para oferecer sacrifícios aos deuses feitos de esculturas em madeira ou árvores. E os membros da família Okoro contaram que estes costumes religiosos existem há muito tempo nas suas comunidades.


    Depoimento de Adaku:

    “Recusamos nos envolver nessas práticas. Isto não agradou aos adeptos da religião tribal e eles ficaram muito zangados conosco. Nossas vidas estão agora em perigo. Fomos ameaçados de morte, caso os nossos familiares se recusassem a denunciar o Cristianismo e a regressar a estas práticas religiosas idólatras”, disse Adaku.


    E continuou: “Nenhum deles se atreve a regressar à comunidade, a menos que renunciem à sua fé cristã e abracem a adoração de ídolos. Como os nossos irmãos se recusaram a envolver-se na adoração de ídolos e fugiram da comunidade, nós, como mulheres da família, estamos agora sendo ameaçadas. Nossas vidas estão em perigo. Nossos corações carregam um fardo insuportável.”


    “Todos temos o direito fundamental de escolher a religião em que queremos acreditar, sem medo de violência ou perseguição. Oramos e esperamos um futuro onde a liberdade religiosa seja garantida no nosso país, permitindo-nos viver em paz e praticar o nosso culto cristão sem obstáculos”, concluiu.




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