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São Paulo, 21/04/2024

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    80 mil cristãos foram expulsos de suas casas, em Moçambique

    Entenda a situação crítica dos cristãos, que sofrem perseguição no país


    80 mil cristãos foram expulsos de suas casas, em Moçambique Freepik

    Pelo menos 80 mil cristãos foram obrigados a deixar suas casas nas últimas semanas por causa da perseguição, no norte de Moçambique.

    Entenda o que aconteceu: 

    De acordo com reportagem publicada pelo jornal The Telegraph, grupos radicais islâmicos invadiram aldeias, incendiaram igrejas, raptaram crianças e desabrigaram famílias, na região de Cabo Delgado, em Moçambique.

    “Quatro vezes em quatro anos, Amade fugiu da sua aldeia, com medo de ser morto por militantes ligados ao grupo Estado Islâmico que queimam casas e têm fama de decapitar ‘infiéis’. A sua região no norte de Moçambique tem sido assolada pela insurreição desde 2017, deixando milhares de mortos em ambos os lados e suspendendo um projeto de produção de gás devido à falta de segurança. Depois de uma relativa calma no ano passado, nas últimas semanas, assistimos ao que os monitores chamam de ‘uma escalada massiva da violência insurgente’”, relatou um agricultor cristão, de 60 anos.

    Em um cenário de terror, 70 crianças foram raptadas para se tornarem soldados de guerra.

    Mais depoimentos dos cristãos perseguidos:

    “Esta foi a quarta vez que fugimos de ataques na minha aldeia, desde 2020. Não temos comida e dependemos da generosidade de outras pessoas para comer”, relatou Amade, morador da região.

    “Os ataques destruíram tudo o que tínhamos, incluindo as nossas vidas. Esta é a terceira vez que fujo de Chai. Os últimos ataques foram os mais brutais, pois aconteceram repetidamente durante duas semanas”, disse Ernestina Jeremias, uma parteira de 32 anos.




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