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São Paulo, 21/04/2024

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    Veja o relato de perseguição de uma jovem cristã no Paquistão

    “Somos uma classe baixa, porque somos cristãos”

    Fonte: Portas Abertas
    Veja o relato de perseguição de uma jovem cristã no Paquistão Freepik

    No Paquistão, uma jovem cristã é forçada a ocupar trabalhos insalubres e recebe os piores cuidados médicos por seguir a Cristo.


    Entenda:

    Rehena (seu nome verdadeiro foi ocultado por questão de segurança) enfrenta severa perseguição no país, por causa da sua fé. Em seu relato, ela destaca que a hostilidade contra garotas cristãs no Paquistão é tão grande, que elas são obrigadas a casar com homens muçulmanos, trabalhar em condições terríveis e até no hospital não receber os devidos cuidados médicos.


    “Somos uma classe baixa, porque somos cristãos. É um insulto aos muçulmanos comer conosco na mesma mesa. Se tocarmos no prato deles, fica contaminado. Não temos direito a quaisquer privilégios e nem à dignidade”, esclareceu.


    Ela contou que sua prima foi sequestrada com oito anos de idade, para se tornar esposa de um homem que segue o Islamismo. 


    “Ela tem uma vida boa, tem o que comer e seus filhos vão à escola. Ela deve ensinar-lhes as orações islâmicas. Não sei se ela ainda se lembra de Jesus. Eu me pergunto se ela ainda guarda Jesus em seu coração. Se ela ainda fala com Ele, secretamente”, refletiu Rehena.


    O que você precisa saber:

    A jovem está entre as 600 mil mulheres cristãs, que trabalham em péssimas condições em uma fábrica no período noturno. Infelizmente, é uma verdadeira luta pela sobrevivência…


    Rehena é responsável por garantir o alimento e a moradia para o pai doente e o filho de apenas oito anos. Contudo, o que consegue com o trabalho insalubre não é o bastante para pagar as taxas da escola do filho, que poderá ficar analfabeto como ela. 


    Assim, os que seguem ao Senhor Jesus no país correm risco de sofrer agressões físicas e serem acusados de blasfêmia, um crime que tem como pena a morte.


    ‌O que analisar:

    A jovem relatou que até mesmo, ao ter o filho, foi discriminada por ser cristã.


    “Quando tive meu filho, fui colocada em uma cama suja que ainda tinha sangue da mulher que deu à luz antes de mim. Outras mulheres receberam uma cama limpa, mas para mim, só havia a opção de uma cama suja…”, detalhou.


    Contudo, mesmo enfrentando tamanha perseguição, ela não desiste da sua fé e se mantém firme com Cristo. 


    “Para quem iremos? Jesus é o único caminho. E eu já escolhi: Jesus, meu Jesus!”, disse ela, relembrando um hino que sua avó cantava. 




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