O trabalho missionário de um pastor em Guiné-Bissau

Conheça como é feito o trabalho evangelístico no país

Por Universal.org 08/10/2019 - 10:00 hs

Guiné-Bissau é um pequeno país africano que faz fronteira com Guiné, Senegal e o Oceano Atlântico. Com uma população de pouco mais de 1,8 milhões de pessoas, é desconhecido pela maior parte da população mundial.

Mas a Universal conhece o local muito bem. Há 27 anos, os evangelistas têm levado a Palavra de Deus aos moradores da região. Entretanto, por ser um país com muitas regiões de difícil acesso, ainda é possível encontrar povoados remotos onde o Evangelho não chegou. Mas o trabalho segue intenso para apresentar a Palavra de Deus a todos.

Recentemente, por exemplo, foi realizado um batismo no povoado de Biombo, local de acesso muito difícil. 

“Nossa motivação está na Palavra de Deus, no livro de Marcos 16.15, que diz: ‘E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura’.”, afirma o Pastor Allan Santos, responsável pela evangelização no país.

O pastor, que está na região há sete meses, conta que realizar esta missão tem garantido para ele e sua esposa as melhores experiências que já tiveram na vida.

Não é um trabalho fácil

O Pastor Allan Santos e sua esposa relatam a rotina vivida em Guiné-Bissau. Ele conta que muitos cidadãos não possuem água encanada ou energia elétrica.

De fato, a maior parte da população do país vive abaixo da linha da pobreza (ou seja: recebem menos de R$ 7,71 por dia). Com esse dinheiro, a alimentação e as condições de bem-estar, em geral, são dificultadas.

Tanto é assim que a expectativa de vida de alguém nascido em Guiné-Bissau é apenas 48,6 anos de idade.

A saúde dos guineenses está sob tantos riscos que o jovem Kennedy Sá Fernandez relata ter sofrido com febre amarela e malária.

“Eu sentia dores no corpo todo”, relata Kennedy. “Fui desacreditado por tudo e por todos”.

Kennedy conta que mesmo tomando remédios não conseguia se libertar desses males. A cura só chegou quando ele conheceu a Palavra de Deus, que até então não conhecia.

“Depois que entreguei a minha vida para Jesus fui curado de todas as enfermidades”, relata. “Não me falta nada. E, acima de tudo, tenho a maior riqueza que é o Espírito Santo”.

A maior riqueza de Guiné-Bissau

Para quem vive razoavelmente confortável e com boa alimentação no Brasil, abrir mão disso para levar o Evangelho a países miseráveis pode parecer ruim. Todavia, para quem assumiu tal compromisso, é uma honra servir ao Senhor nessa missão.

“Eu posso afirmar que, para quem tem fome de almas, aqui é um banquete espiritual. Percebemos uma sede nas pessoas quando o assunto é o Senhor Jesus. E o que temos feito é dar para eles um pouco da Água da Vida”, conta o Pastor Allan. “Viemos do Brasil e, em alguns lugares pelos quais passamos evangelizando, confesso que, às vezes, me senti como se jogasse pérolas aos porcos”.

O Pastor relata que, em muitos locais, as pessoas não dão atenção quando um evangelizador as abordam. “Sempre estão sem tempo”, dizem elas.

“Mas esse problema não existe aqui. Muito pelo contrário! Em alguns minutos nós conseguimos reunir dezenas de pessoas na rua. No olhar de cada pessoa, a gente percebe que elas estão devorando as nossas palavras, o que é muito gratificante para cada homem de Deus que está aqui nessa missão de ganhar almas”.

O Pastor relata que muitos dos que aceitam se entregar para Jesus nem sequer O conheciam antes de a Universal levar a Palavra. Por isso, o trabalho de evangelização é tão importante. De fato, a Universal está levando o Evangelho a toda a criatura.

Para saber mais sobre como esse trabalho está sendo realizado, assista ao vídeo abaixo, com o depoimento completo do Pastor Allan Santos: